

Industrial de metalurgia
pela CDU (Coligação Democrática Unitária)
Bases programáticas eleitorais para o concelho de Santo Tirso
Urge olhar para o concelho de Santo Tirso, por um lado, com a consciência da responsabilidade de sabermos que estamos em pleno século XXI, e por outro, com a convicção que, conjuntamente com toda a população, ultrapassaremos estes mais de trinta anos de estagnação e subserviência cega e desmesurada às elites que detêm e suportam o poder executivo autárquico.
É consabido que as orientações políticas, económicas, sociais e educacionais, nos últimos trinta anos, que Castro Fernandes e o PS têm levado a cabo, redundaram num concelho com poucos serviços, menos indústrias do que já teve, com um comércio atípico, sem investimentos, incapaz de fixar novos saberes, novas experiências, novas razões.
É certo que, nos próximos dias, o executivo PS e Castro Fernandes, se apressarão a desmentir o indesmentível.
Para eles, tudo está bem, um “Santo Tirso dinâmico, solidamente estruturado, caminha a velocidade estonteante para o progresso”.
Encherão páginas e páginas de papeis programáticos e de ilusões para o consumo das populações.
Projectos miríficos serão estrondosamente anunciados!
Viabilidades e estudos, muitos.
Sim, “Temos obra”, dirão.
Nada mais falso, cínico, perigoso e demagógico.
Quem não se lembra das promessas com que, a cada ciclo eleitoral, Castro Fernandes e o PS invadem o concelho?
Uma rede viária, parques industriais, novas indústrias, ensino universitário, transportes, cine-teatro, cultura, lazer.
Passados mais de trinta anos, é magnífico ver repristinações dessas quiméricas realizações.
A requalificação do Vale do Ave – foi anunciada há quinze anos!
O cine-teatro, há mais de quinze anos!
Novas indústrias no concelho, desde sempre!
Novos serviços, acompanham cada ciclo eleitoral.
Monte Padrão é tão jurássico como as ruínas que contém!
Enfim, o atraso, o isolamento, a carência de tudo, são as realidades que Castro Fernandes e o PS legam aos Tirsenses.
Quem olvida o facto – lesa-concelho – de Castro Fernandes e do PS, terem encerrado valências no nosso hospital, e terem permitido que as mesmas fossem deslocadas para Vila Nova de Famalicão?
Quem ignora que, para uma simples ecografia, os habitantes do nosso concelho têm que se deslocar a Vila Nova de Famalicão?
Quem esquece que, no dia seguinte ao encerramento de várias unidades do hospital – porque obsoletas – sem condições, técnicos, disse Castro Fernandes, o actual presidente da câmara, pomposa e ufanamente, que a Câmara Municipal, com grande agrado e honra, cedeu terreno municipal, para que um grupo privado de investidores construísse um hospital privado?
A quem serve e servirão os anunciados parques privados de estacionamento, os cirúrgicos arranjos urbanísticos, as novas vias rasgadas?
Ao comum dos cidadãos não certamente!
É por isso que, e para acabar com isto, é vital, e da máxima importância o reforço da votação na CDU!
Tal reforço, traduzir-se-á num maior número de eleitos nas freguesias, na assembleia municipal e no executivo camarário.