A 15 de Setembro de 1919 realiza-se, em Coimbra, o II Congresso da UON em que foi decidido criar a Confederação Geral do Trabalho – CGT, constituída por operários revolucionários os quais, decidiram criar a Federação Maximalista Portuguesa, embrião do Partido Comunista Português.(ADELAIDE, 2010).
Friday, July 6, 2012
AS PIONEIRAS INDÚSTRIAS ALGODOEIRAS NO VALE DO AVE
A 15 de Setembro de 1919 realiza-se, em Coimbra, o II Congresso da UON em que foi decidido criar a Confederação Geral do Trabalho – CGT, constituída por operários revolucionários os quais, decidiram criar a Federação Maximalista Portuguesa, embrião do Partido Comunista Português.(ADELAIDE, 2010).
Tuesday, May 8, 2012
Saturday, March 24, 2012
Thursday, February 16, 2012
O QUEIJO DA DISCÓRDIA
Aquando a inauguração da rotunda, que o povo imediatamente batizou por “Rotunda do Queijo”, a colocação do “queijo” foi nessa altura, pretexto de um contratempo até mais tarde ser substituído por uma obra de arte digna desse local (diziam eles), a verdade é que o autor da proeza vai-se embora e deixa-nos o emblemático queijo, como obra definitiva que identifica bem o conceito de estética e beleza que o autor destinou à Vila das Aves, designadamente a este local. É efetivamente uma herança notável, deslumbrante. Há já quem vislumbre em substituição do queijo, por uma estátua do autor- benfeitor, a promover pelo seu sucessor, como um ato de gratidão.
Saturday, January 14, 2012
Carta aberta ao meu amigo ZÉ
Oh se compreendo!
Tenho 66 anos e na minha juventude, ou seja, nos anos 60 em pleno regime fascista, fui um fervoroso militante da Ação Católica (Juventude Operária Católica). Este organismo que reconheço ter sido uma escola cívica e social, contribuiu de forma decisiva para aquilo que entendo ser hoje, a minha consciência política, cívica e social que, com a vivência dos tempos provocou em mim vicissitudes irreversíveis acerca daquela opinião, simples e pura que então eu tinha sobre o comportamento e objectivos da igreja.
Hoje, reconheço com amargura, que a igreja é contra a liberdade, igualdade e fraternidade, como desde sempre foi contra o iluminismo, muito embora tenha ações meritórias no campo social, a verdade é que por detrás deste cenário ilusório e aparentemente simpático, se escondem objetivos tenebrosos e inconfessáveis, isto, tendo em conta a sua inserção numa sociedade em que o binómio igreja/capitalismo sempre estiveram aliados, e a esmola como caridade, funciona associada como um estigma determinante na continuidade e consistência desta velha aliança, isto é, a população mais pobre e carenciada tanto em termos económicos, como culturais, acaba por ficar refém desta falsa subsistência, e com isto ficam manietados e resignados, perdem a sua natural capacidade reivindicativa dos seus direitos constitucionais, prevalecendo de forma contínua a condição de subserviência tutelada, e podes crer, que nada disto acontece por obra do acaso. E quando a igreja usa encenações de “caridade cristã”, fazem-no com o intuito de almofadar a ira e o descontentamento da população, porque no fundamental, receiam uma revolta popular, que teria consequências imprevisíveis para os poderes vigentes.
Outra das vergonhosas e chocantes razões, é a eterna ação de simonia praticada pela igreja, ao longo dos séculos, que naturalmente se traduz na angariação de fundos, para reverter no show off da caridade dita “cristã”, veja-se o caso dos constantes peditórios, ora para as obras da igreja, para as telhas da residência paroquial, para festas e romarias, procurando aos olhos dos incautos dar uma imagem de dificuldades e de pobreza, ou seja, tiram com as duas mãos e para dar com uma, procuram fazê-lo de preferência em show off frente às câmaras da televisão, como aconteceu ainda recentemente em Braga na entrega de meia dúzia de cabazes de Natal. A mais valia, de toda esta pedinchice, incluídos os rendimentos de Fátima, fica nos secretos segredos dos offshores ou paraísos fiscais, para acumulação e ostentação do riquíssimo e basto património do Vaticano. Se Cristo cá voltasse teria naturalmente muito trabalho, ou como se diz, não teria mãos a medir para escorraçar uma enorme quantidade de vendilhões do Templo.
Muito mais havia a dizer, mas para finalizar, não ficaria de bem com a minha consciência se não referisse que a igreja sempre foi e continuará a ser uma aliada dos poderosos, sobretudo, a partir do Édito de Milão no ano (313 d.c.) na era do imperador Constantino, até aos nossos dias, passando pelo tenebroso Santo Ofício, mais conhecido por inquisição, praticado desde 1536 no reinado de D. João III e abolido com o liberalismo em 1821.
O teu amigo,
Manuel Trindade
Wednesday, January 4, 2012
Sunday, January 1, 2012
Wednesday, December 21, 2011
Saturday, December 10, 2011
Auschwitz Alemão em Teritorio Polones - Documentário sobre a II Guerra ...
Jamais podemos esquecer as câmaras de gás, os fornos crematórios e a valas comuns de Auschwitz, sabendo nós, que ainda existem criaturas de "boa cepa", que se pavoneiam por aí impunes, que colaboraram neste odioso holocausto!
Tuesday, November 22, 2011
Monday, November 7, 2011
Saturday, October 29, 2011
Saturday, October 22, 2011
Eles comeram a carne, e deixaram-nos os ossos !
Dias Loureiro!...A viver actualmente à grande e à fartazana em Cabo Verde.
É o dono do maior Resort Turístico da Ilha do Sal...
( ... é aquela ilha, daquele país africano onde o BPN
criou umas "sucursais" e um banco mais ou menos virtual, com que se faziam umas operações de lavagem
e fugas ao fisco, etc. etc... )
PS - Alguém dá por ele na nossa imprensa?
O que nos leva a pensar tal esquecimento..?
Como vêem é fácil fazer esquecer um roubo superior a mais de 4 mil milhões de euros, quando,se tem amigos...por todo o lado...
Sunday, October 16, 2011
Thursday, September 29, 2011
Tuesday, September 20, 2011
D. Januário Torgal: "Tenho vergonha do meu País"
Numa entrevista ao jornalista Manuel Vilas Boas, da TSF, o bispo das Forças Armadas, D. Januário Torgal Ferreira, diz não querer ser cúmplice com “esta multidão de pessoas que já foram desapossadas da sua dignidade, do respeito por elas próprias”, elogia a esquerda e acusa o governo de falta de sensibilidade e de incompetência.
“Tenho vergonha porque numa casa onde os mais pequenos não se podem sentar à mesa e comer do mesmo pão, que é o pão dos direitos e da dignidade, quem estiver a presidir à mesa deve sentir-se cúmplice”, disse D. Januário. “E se nos dizemos Igreja, servidores do mundo, devo sentir-me cúmplice e não devo dormir tranquilo perante toda esta multidão de pessoas que já foram desapossadas da sua dignidade, do respeito por elas próprias e a quem as promessas vão no pior sentido”.
Januário recorda o passado e diz ter tido vergonha da Igreja quando esta se calou e se ajoelhou diante de Salazar. Lembra que homens da Igreja foram educados no medo e não na liberdade e no à vontade de dizer o que pensam.
E afirma que hoje em dia, uma pessoa que toca em aspectos sociais é alguém que é de esquerda. “Mas então honra seja feita à esquerda”, afirma, apontando que há muitos comunistas que são mais católicos que muitos católicos”. E questiona: “porque é que só em momentos eleitorais se vai para as feiras? Se vai para os banhos de multidão e se dá beijinhos em gente mais simples?”
Quanto ao actual governo, D. Januário nota falta de sensibilidade nuns casos e noutros perfeita incompetência. “A gente vai dizer para o governo se sentar e nos ouvir”. Não fomos educados na arte do diálogo”, diz, referindo-se também aos que fazem críticas à Igreja.
O bispo das Forças Armadas aponta a falta de cultura democrática que ainda existe, “As pessoas não estão habituadas a quem vem manifestar oposição”.E dá como exemplo a coluna dominical de domingo de Frei Bento Domingues no Público. “Para a mentalidade de muitas pessoas, ele não é nada meigo, diz uma palavra que tem uma originalidade única. Mas há pessoas que ficam incomodadas...”
D. Januário alerta que “há muita gente que gostaria do regresso de Salazar. Isso é uma tragédia”. Mas, na sua opinião, devemos tratar essas pessoas como o Salazar nunca ousou tratar quem diferia dele. “Tratar as outras pessoas de forma diferente que essas pessoas, nas suas fontes culturais, trataram as outras”, isto é, com democracia.
O bispo das Forças Armadas alerta que “há quem não defenda a ditadura, mas que defenda que uma ditadurazinha de algum tempo, que uns safanõezinhos faziam muito bem. Eu digo, os safanões, o prender, o bater só faz mal.”
O que o leva à crítica à guerra do Iraque. “Houve jornalistas que me chamaram 'fundamentalista do Iémene' quando eu disse que estava em total desacordo com a guerra do Iraque”, recorda. D. Januário defende a Primavera dos países árabes e nota que não houve tiques religiosos, o que houve foi tiques de cidadania. “São islâmicos, e portanto o Islão é compatível com a liberdade e até com a democracia. Ao contrário do sr. Bush, que queria impor a democracia com as armas, pode-se chegar à democracia através da razão”.
Saturday, September 17, 2011
HOMENAGEM

Bispo D. Januário capelão das Forças Armadas - Ex. bispo de Setúbal D. Manuel Martins
Quero aqui prestar a minha singela homenagem de admiração e estima por estas duas proeminentes figuras públicas da igreja católica portuguesa, na actualidade, pela coragem e lucidez das posições que ambos têm vindo a assumir, na defesa das suas convicções cristãs, ou seja, na defesa dos mais pobres, dos humilhados e excluídos da nossa sociedade.
Efectivamente estamos perante duas personalidades incómodas para com os poderosos, o conservadorismo, os silêncios e a apatia da sociedade portuguesa, tal como acontecia no nefasto tempo da ditadura, em que outra figura pública, como o saudoso bispo do Porto D. António Ferreira Gomes, se notabilizou pela sua coragem na luta contra o fascismo.
Num preciso momento de servidão, em que o país se encontra, a caminhar a passos largos para o desastre, para o abismo, estes homens de bem, saíram das suas cátedras, para denunciar esta política de agressão contra o povo português, que está a ser levada a cabo, por este governo do PSD/CDS e com o acordo do PS.
Não vemos até ao momento, que outros altos dirigentes da igreja o tenham feito, antes pelo contrário vemos outras figuras como o cardeal D. Policarpo, tal como o cardeal Cerejeira no tempo da ditadura, a colaborar com esta política sinistra, com o corte do subsídio de Natal, com os aumentos dos transportes, aumento do IVA, do gás e electricidade.
Ninguém nega a D. Policarpo o direito à sua opinião pessoal, agora, aproveitar-se de forma abusiva do alto cargo que ocupa na hierarquia da igreja para vir a público pronunciar-se como apoiante do corte de subsídio de Natal, ou qualquer outra opinião de cariz político facioso, é expor-se publicamente e sujeitar-se a críticas ora benévolas ora violentas.
Fica assim provado, que dentro da igreja, ao contrário do que algumas criaturas tenta fazer crer, também há diferenças de opinião política, para não dizer luta de classes, não fosse ela (igreja), constituída por homens.
TESTEMUNHOS:
O bispo referiu que, «nesta altura, pedir austeridade é pedir sobretudo aqueles que ganham mais», dizendo que, em muitos casos, «não é isto que está a acontecer».
«Nós temos de lutar e dizer em voz alta, com respeito, respeitando a liberdade, respeitando as pessoas, mas respeitando antes de mais a verdade», apontou.
(D. Januário, bispo capelão das Forças Armadas)
(D. Manuel Martins antigo bispo de Setúbal)
Tuesday, August 30, 2011
NÃO HÁ MACHADO QUE CORTE, A RAÍZ AO PENSAMENTO !
Raizeiro artístico, histórico, emblemático que muito tem contribuído para a decoração do centro de Vila das Aves.
Há quem diga, tratar-se de um ícone simbólico representativo do somatório da raiva, dos caprichos políticos entre a Câmara de Santo Tirso e a Junta de Freguesia de Vila das Aves.
É efectivamente um belo exemplar (dizem os entendidos) estar na presença de um raizeiro de origem neolítica, com raízes de efeitos medicinais indicadas sobretudo no tratamento da azia, daí o seu estado de conservação.
A Vila das Aves tem sido ultimamente surpreendida, com a chegada de excursões vindas de todo o país, fruto da publicidade caseira do Entre-Margens, em visita ao Raizeiro das Aves, em tudo semelhante ao “Corno” de Santo Tirso.
Sendo assim, trata-se sem dúvida de um ex-líbris, exemplar desta progressiva terra, que importa
salvaguardar e preservar. Sugerimos até, que fosse resguardado do vandalismo e das intempéries, por uma redoma de vidro devidamente iluminada. (Fica a sugestão).







