Este blogue condena o golpe de Estado nas Honduras e solidariza-se com o povo hondurenho e com o legitimo presidente Manuel Zelaya. Nesta madrugada, um grupo de militares golpistas invadiu a Casa Presidencial e sequestraram o presidente daquele país. A ministra hondurenha dos Negócios Estrangeiros e os embaixadores de Cuba, da Venezuela e da Nicarágua foram sequestrados à margem da convenção internacional que protege e dá imunidade aos diplomatas. Os militares ocuparam as ruas e avenidas das Honduras. Ocuparam os meios de comunicação social e cortaram a distribuição de electricidade. Esta foi a resposta da oligarquia à vontade do governo de convocar uma consulta popular para abrir uma Assembleia Constituinte que tomasse o povo hondurenho como protagonista da sua própria história. Manuel Zelaya pagou o preço de ter decidido seguir o caminho de uma verdadeira democracia. O golpe de Estado é tão ilegítimo que a Organização dos Estados Americanos e a União Europeia já condenaram aquela acção. Manuel Zelaya foi eleito pelo povo hondurenho em 2005 e o seu mandato termina no próximo ano. Todos recordamos o golpe de Estado contra Salvador Allende e o povo chileno. Os militares liderados por Pinochet e pela CIA afogaram o Chile em sangue. Todos recordamos o golpe de Estado executado pela oligarquia venezuelana com o apoio do imperialismo contra Hugo Chávez e o processo bolivariano. Foi derrotado pela acção do povo venezuelano. E esse exemplo ecoou por todos os países da América Latina que nestes últimos dez anos decidiram segui-lo.
Portanto:
1. Exigimos o respeito pelo mandato do presidente Manuel Zelaya
2. Respeito pela vida e liberdade do governo, de todos os seus apoiantes e dos diplomatas
3. Respeito pela decisão de abrir um processo de consulta popular para constituir um referendo para constituir uma Assembleia Constituinte
4. Um apelo a que os militares estejam do lado do povo, do governo por ele eleito e não do lado da oligarquia e do imperialismo
5. Um apelo à unidade latino-americana em torno de processos democráticas que tenham os povos no centro do poder
6. Que o governo português condene de forma clara o golpe de Estado
7. Que a comunicação social portuguesa apresente as informações sobre os acontecimentos nas Honduras de uma forma objectiva
Hoje dia 13 de Junho de 2009, Reuniu a direcção do Movimento Cívico de Vila das Aves, a pedido de moradores das Carvalheiras, no sentido deste Movimento Cívico, lhes prestar apoio e solidariedade ao grave problema ambiental, relacionado com intensos e constantes, ruídos e vibrações provocados de noite e de dia, por uma tecelagem que dista a 10 m das suas habitações.
Para os devidos efeitos, os moradores vem reclamando junto das autoridades autárquicas, Junta de Freguesia e Câmara Municipal, através de exposições e abaixo-assinados e até á presente data, não obtiveram da parte destes poderes sequer, qualquer tipo de resposta, muito embora estes órgãos reclamem com frequência estarem ao serviço das populações.
A verdade, é que perante estes factos concretos, os responsáveis autárquicos se demitem das suas fundamentais obrigações de apoio e solidariedade para com os seus fregueses e munícipes quando estes ficam desamparados e entregues a si próprios.
O Movimento Cívico de Vila das Aves, honrando a memória do seu Presidente falecido, Mário Antero Neto e outros membros do Movimento e certo de interpretar o seus sentimentos, tudo fará para dar continuidade a esta obra de solidariedade para com os nossos concidadãos.
A bipolarização política é sem dúvida, um tema pertinente a destacar neste ano de 2009 em que se realizam, três actos eleitorais da maior importância para o futuro da nossa vida colectiva.
Ainda recentemente referi neste mesmo espaço, um tema relacionado com a busca de alternativas às estafadas políticas praticadas pelo PS/PSD com ou sem o CDS, mas, pelo que verifico e a experiência me diz, as pessoas estão imunes, agarradas à sua clubite partidária e dali não saem, depois mais tarde ou mais cedo, vêm queixar-se: “Que os partidos são todos iguais, que ninguém vai para lá fazer melhor” etc, etc.
A verdade é que, os eleitores não têm dado sequer hipótese a outros partidos à esquerda para mostrarem o que valem, estou-me a referir designadamente à CDU (Coligação Democrática Unitária)
Como será possível, fazer a afirmação de que “são todos iguais” se há 33 anos consecutivos votam sempre nos mesmos, ou seja, no PS ora no PSD com ou sem o CDS?
Naturalmente que esta dicotomia entre o PS e PSD escolhida pelo eleitorado tem a sua explicação e a sua razão de ser.
Podem os mais precipitados de raciocínio virem dizer: “As pessoas são livres de votarem em quem entender”, muito bem, contudo é minha convicção que os eleitores menos atentos e são a esmagadora maioria, sofrem influências da constante e sistemática máquina de propaganda lançada através dos “mass media”, comunicação social, do audiovisual, sondagens, etc, normalmente e de uma maneira geral, dominada por grupos económicos e financeiros com interesses políticos antagónicos com as políticas de esquerda.
Vejam por exemplo:
A sistemática e descarada propaganda ao governo de José Sócrates veiculada pelo JN (Jornal de Notícias)
Vejam a vergonhosa manipulação do canal público RTP1, com os programas “As Escolhas de Marcelo Rebelo de Sousa (PSD) e as Notas Soltas de António Vitorino (PS) e as Conversas de Mário Soares”, mesmo apesar da Entidade Reguladora da Comunicação (ERC) já ter chamado atenção para a falta de pluralismo nestes programas, tudo continua como se nada de anormal acontecesse em democracia.
Em democracia, estas condicionantes tem um nome: MANIPULAÇÃO !!!
Como é possível designar este regime de democrático, se na prática existem dois partidos que se alternam eternamente no poder, mais parecendo a extinta União Nacional e a Ala Liberal, fingindo divergirem nas pequenas questiúnculas, mas, no fundamental estão sempre de acordo para nos tramar.
Viu-se a batota na promessa que fizeram sobre o referendo ao Tratado Europeu, que acabou por não se realizar e vêm agora os mesmos pedir o voto dos portugueses.
Viu-se como eles estiveram de acordo, na aprovação do novo Código do Trabalho, na privatização da água, nos miseráveis salários dos portugueses, na recusa do alargamento dos subsídios de desemprego, na recusa do aumento das pensões e reformas, etc… etc…
Então estes dois partidos PS e PSD com o CDS como muleta, vêm ou não, agora verter ou derramar lágrimas de crocodilo pela crise instalada, quando todos sabemos que foram eles e são os verdadeiros obreiros e os donos da crise que tanto apregoam.
Quem consentiu, na destruição do nosso aparelho produtivo, na indústria, na agricultura, nas pescas dando lugar ao imenso desemprego que temos, a troco de um pare de lentilhas vindas de Bruxelas?
Afinal quem sempre cedeu, apoiou e colaborou com as políticas económicas e financeiras europeias e se vergou aos interesses da economia de mercado norte americana, às aventuras militaristas e belicistas de George W. Bush?
Quem apoiou e colaborou na invasão do Iraque, do Afeganistão e fechou os olhos à existência do campo de concentração em Guantánamo, onde eram praticados actos de tortura aos prisioneiros por aqueles que se autoproclamam de “campeões” dos direitos humanos e vêm agora, num descarado oportunismo, dar falsos vivas a Barak Obama.
Nunca será de mais dizer, que o nosso planeta apesar de muitas e bonitas intenções relativas ao combate do mau ambiente, continuam numa dinâmica crescente os índices de poluição. Como sabemos, esta intensa poluição do ambiente, acaba por ter interferências directas em termos globais, nomeadamente nas nossas vidas no que concerne à saúde, com o aparecimento de epidemias, alergias e intoxicações de vária ordem, que poderão ser fatais para o ser humano, como se tem verificado com o aparecimento das diversas gripes como a actual gripe suína no México, que infelizmente já provocou a morte de seres humanos, assim como, o resultado de graves alterações climáticas, como de resto, se tem visto os efeitos, através de furacões, tsunamis, degelo dos glaciares, tudo isto, graças ao aquecimento global do nosso planeta provocado pela poluição atmosférica. Ora, é bom de ver e está ao nosso alcance fazer uma reflexão sobre as origens desta crescente poluição, o contributo que nós como cidadãos do mundo possamos ter neste contexto global. Será que temos nós contribuído, para tornar este mundo mais limpo, ou antes, contribuído para o tornar mais sujo? Será que, estamos sensibilizados para proceder à selecção dos nossos resíduos domésticos? Será que, recorremos habitualmente aos ecopontos para que os nossos resíduos sejam devidamente encaminhados para reciclagem? Sim, porque o combate à poluição, começa exactamente por nós cidadãos no nosso dia-a-dia. Estou a lembrar-me sobretudo no verão, quando as pessoas se deslocam e muito bem, para locais de laser, com o seu farnel como forma saudável de convívio familiar na ocupação dos seus tempos livres, e na retirada do local deixam antever uma falta de civismo notável, com um verdadeiro cenário deplorável, lamentável de sujidade, papeis, restos de comida, etc. Muito embora, reconheça que pessoas há e já são muitas, que se preocupam em deixar o seu lugar devidamente limpo conforme o encontraram. Tudo isto, para além, daqueles que infelizmente tem por hábito depositar lixo doméstico a granel em determinados locais da nossa terra, autênticas lixeiras e vazadouros de monstros, assim como, velhos frigoríficos, colchões, pneus, bidões de plástico, baldes, latas enfim uma panóplia de entulho restos de obras, etc, etc. Isto para dizer: Das duas uma, ou estas pessoas desconhecem que existe uma recolha gratuita destes grandes objectos, realizada pelos serviços camarários, basta fazer um simples telefonema, ou então, o que será mais grave, trata-se de pessoas sem o mínimo de civismo e respeito para com a maioria dos seus concidadãos, que não serão obrigados a suportar o lixo dos outros, pelo que a nosso ver estas situações, seriam facilmente combatidas com coimas expressivas e não como actualmente acontece, coimas de valores irrisórios, em que o crime acaba por compensar. Outra das graves poluições a destacar, é sem dúvida, a poluição dos nossos rios, que como sabem, acabam por contaminar os oceanos e toda a sua fauna, capaz de interferir na nossa cadeia alimentar através do peixe que consumimos, que poderá, muito bem, ser a causa directa do aparecimento das recorrentes intoxicações alimentares. Tenho a esperança, que caminhamos para uma maior consciencialização, dos malefícios da poluição e da necessidade de agirmos em conformidade, com a preservação do nosso meio ambiente.
O carteiro que roubava os cheques das reformas aos velhos pensionistas, morre e vai para o inferno. Lá encontra o Diabo que lhe diz: - Como castigo pelos teus pecados em vida, vais ficar uma eternidade dentro de um imenso tanque cheio de m**** e atolado até ao queixo.
Ele olha para o lado e vê a Manela Ferreira Leite dentro do mesmo tanque com a m**** só pela cintura. O carteiro irritado, chama o demónio e reclama: - Desculpa lá!! Assim nao dá!! Tem dó, eu nao roubei tanto assim! Só roubei o dinheiro dos reformados de Ílhavo, mas nunca ninguém conseguiu provar nada contra mim e estou aqui quase afogado em m****, enquanto a Manela que congelou os salários e as carreiras e que roubou a reforma a tantos funcionários públicos e pensionistas, está atolada em m**** só até a cintura?
O diabo, muito zangado, olha para a Manela e grita: - Manela! Sai já de cima da cabeça do Sócrates!!!!!
Anda tudo do avesso Nesta rua que atravesso Dão milhões a quem os tem Aos outros um passou-bem Não consigo perceber Quem é que nos quer tramar Enganar DespedirE ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar Que esta merda vai mudar E espero vir a ter Uma vida bem melhor Mas se eu nada fizer Isto nunca vai mudar Conseguir/Encontrar Mais força para lutar...
(Refrão) Senhor engenheiro !Dê-me um pouco de atenção Há dez anos que estou preso Há trinta que sou ladrão Não tenho eira nem beira Mas ainda consigo ver Quem anda na roubalheira E quem me anda a comer
É difícil ser honesto É difícil de engolir Quem não tem nada vai preso Quem tem muito fica a rir Ainda espero ver alguém Assumir que já andou A roubar/A enganar o povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força para lutar Mais força para lutar Conseguir encontrar mais força para lutar Mais força para lutar...
(Refrão) Senhor engenheiro Dê-me um pouco de atenção Há dez anos que estou preso Há trinta que sou ladrão Não tenho eira nem beira Mas ainda consigo ver Quem anda na roubalheira E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso Há trinta que sou ladrão Mas eu sou um homem honesto Só errei na profissão
Boas tardes, Penso que, tal como é descrito pelo 1.º anónimo, o medo da teia de influências do Castro Fernandes é bem real e não apenas um devaneio dum círculo restrito de tirsenses. E esse medo poderá até condicionar o sentido de voto porque “se ele não ganhar, ainda me tiram a licença para construir…”, ou “se ele não ganhar, o meu filho perde o emprego”. Como se pode compreender, não é fácil falar destes assuntos abertamente e, por isso, ficam escondidos por essa temerosa “teia de cumplicidades”. Ora, como normalmente só se descobrem estas “tramóias” quando mudam os governantes, há também o medo de que venham “os outros” para retaliar e alterar o "statu quo". Acrescente-se a isto o facto de vivermos, claramente, tempos de todos os medos que nos levam a aceitar, sem contestação, todas as atrocidades que nos querem impor. Há o medo de perder o emprego, de não termos dinheiro para comer, medo de sermos assaltados, da violência que cresce por todo o lado, medo das máfias e dos poderosos, o medo do professor de castigar um aluno, medo da inoperância da nossa polícia e do nosso estado de direito, medo de não ter saúde e de ir parar a um hospital público onde o estado resolveu desinvestir, medo da crise que veio para ficar, medo, medo e mais medo! Não é por acaso que as doenças do foro psiquiátrico proliferam e já foram consideradas as doenças deste século. Este medo trás também o individualismo, o “safe-se quem puder” e o alheamento da causa pública e da solidariedade para com os nossos concidadãos. Em ultima analise, acumulado com este esvaziamento do papel do estado que teima em privatizar indiscriminadamente, começa-se também a perder a noção de pátria. Pagar impostos começa a ser visto numa perspectiva individualista e não como uma mais valia para que Portugal se torne num país onde nos sintamos verdadeiramente “em casa”. Por outras palavras, se viessem os espanhóis fugíamos todos! Mas deve ter sido por isso que o Beja Trindade intitulou o seu texto de ESPERANÇA E CONFIANÇA: - Haja esperança em que as coisas mudem, não para mais do mesmo, mas para melhor! - Que venham governantes mais sérios e honestos! - Que sejam humildes! - Que venham para servir o povo e não para dele se servirem! - Que venha quem contribua, efectivamente, para a despoluição do Ave e do Vizela e que, com isso, promova o turismo e o emprego na nossa bela terra! - Que venha quem nos traga mais espaços verdes que melhorem a qualidade do ar que respiramos! - Que venha quem trate do essencial e deixe de lado o supérfluo! - Que venha quem lute pela reabertura da maternidade pública com todas as condições que nós, as gentes trabalhadoras do concelho de Santo Tirso, tanto merecemos! - Que venha gente que se preocupe apenas em promover e valorizar a qualidade de vida dos tirsenses! Esperança e confiança em que os tirsenses percam o medo e que queiram ser mais felizes!
Há dias, em diálogo com um meu amigo, abordamos o tema da fraca ou quase inexistente participação da população avense em actividades de cidadania, o alheamento sistemático e desmesurado em comparação com populações de freguesias circunvizinhas pertencentes a outros concelhos. Depois de analisarmos vários factores que possam estar na origem das causas desta postura, chegamos á seguinte conclusão: Só poderá haver uma forte razão para que esta situação persista na nossa comunidade. Nada disto, acontece por mero acaso. Essa razão quanto a nós, tem a ver com o clima de medo instalado no subconsciente das pessoas! Este medo endémico tem naturalmente origens culturais ancestrais, com uma forte incidência no regime proveniente do “Estado Novo”, mas, nos tempos de hoje, há responsáveis de instituições locais apostados em manter e até se possível promover, aprofundar e reforçar este fantasma do medo, com fins estratégicos para obter resultados e dividendos com vista aos seus interesses de classe ou grupo. Os tempos que decorrem na nossa sociedade, designadamente com o enorme desemprego, são tempos muito difíceis, que proporcionam o reforço do medo como um método, a levar á prática através de parcerias de promiscuidade existente entre a política e a religião, ou seja, entre duas figuras proeminentes da nossa comunidade, Castro Fernandes (Presidente da Câmara) e Fernando Abreu (Pároco de Vila das Aves) os quais lideram um grupo local pouco habilitado, senhores de grandes interesses instalados e que se acoitam por detrás destas duas figuras públicas, a prová-lo está, a recente mistificação de um pseudodebate sobre o tratado europeu realizado pelas ditas Jornadas Culturais, que até então eram organizadas pela igreja, que se esperava fossem plurais, mas, rapidamente para espanto nosso, se transformaram, num veículo de propaganda ao serviço da política do governo, pela mão de Castro Fernandes com a anuência de Fernando Abreu. Quanto a nós, o responsável da igreja local, que se devia manter equidistante, neutral e isento respeitando a pluralidade subjacente ao cargo que ocupa, calculou muito mal o acto de se intrometer de forma encapotada na actividade política local. É sabido que o medo foi e continua a ser, um instrumento utilizado ao longo dos séculos, pelas instituições do poder seja ele político ou religioso, como um estigma e como um dos grandes meios de manipulação das pessoas no sentido de as condicionar e submeter aos desígnios dessas mesmas instituições principalmente quando funcionam em “santa aliança” de interesses. Poderá aqui, alguém perguntar: Mas, afinal como será que estas instituições promovem o medo, inibindo as pessoas de participarem em actividades de cidadania que não se identifiquem com o poder? É muito simples e está ao alcance de qualquer um entender. Medo, antes de mais, da referida promiscuidade existente. Depois o medo, de recorrer aos serviços camarários em que muitas das vezes a decisão final é submetida aos critérios do Presidente, que poderá usar ou não de vinganças políticas, quem nunca, por exemplo, precisou de uma licençazinha para construir qualquer habitação, garagem ou anexo, ou até abrir um negócio? Dirão alguns, para não termos problemas, o melhor é sermos todos do partido de Castro Fernandes! Há um dito antigo, retrógrado, que dizia: Há três pessoas na terra, com quem nos devemos dar bem, o Presidente da Câmara, o Regedor e o Padre, porquê? Quem nunca, por ventura recorre ou já recorreu ao Presidente da Câmara na busca de um emprego para si ou para os seus, aliás, o que não será vergonha nenhuma, na medida em que é sabido a função social de uma Câmara Municipal. Quem nunca por retaliação política, viu deitar abaixo um prédio já construído? Quem já obteve benesses de um Presidente da Câmara, que fecha os olhos às construções ilegais, clandestinas dos amigos e manda deitar abaixo um prédio que ele próprio tinha licenciado, apenas por uma mera questão de retaliação política e pessoal? Estas atitudes, identificam bem o carácter omnipotente e anti-democrático de Castro Fernandes, homem que apenas se preocupa com a sua autopromoção política e se fez aliado da revolução do 25 de Abril, para melhor a poder destruir.
A meu ver, teima o Entre Margens jornal que se pretende plural e isento a baralhar e a dar cartas novamente em ano de eleições, ao Presidente da Câmara, Castro Fernandes.
No passado ano de 2007, publiquei um “Poster”neste blog, com o mesmo título, se bem se recordam, chamei a atenção para a estampa de 9 (nove) fotografias de Castro Fernandes numa só edição.
Pois bem, essa crítica caiu em saco roto.
Então não é, que continua Castro Fernandes a ser o campeão das fotos, só na última edição do jornal, já lá vão 5 (cinco), com tendências a aumentar, conforme se aproximam as eleições, isto, para não referir o conteúdo do jornal.
Por muito que tentem fazer crer, não se trata aqui de qualquer ingenuidade.
É de lamentar e referir a tão propalada isenção do seu director, obtida em fóruns jornalísticos, quando na realidade não passam de meras operações de contorcionismo político.